Morreram esta semana, a primeira de morte natural e a segunda em decorrência do terremoto no Haiti, duas senhoras que eu admirava muito. Por isso, fica aqui a minha singela homenagem a elas.
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Miep GiesA simpática Miep, holandesa de 100 anos, foi uma das pessoas que ajudou Anne Franck e sua família a se esconderem dos nazistas e a se alimentarem, durante a ocupação de Amsterdam, na II Guerra Mundial.
Foi por causa dela que o mundo conheceu o diário de Anne.
Depois que a família foi descoberta e levada para campos de concentração, Miep guardou o livrinho e, anos mais tarde, o entregou a Otto, o pai de Anne e único sobrevivente da família.
Quem já leu o livro ou visitou o museu, meu caso, sabe da importância de Miep e de seu bom coração. Modesta, ela morreu dizendo que não fez nada demais, nada que qualquer outro ser humano não teria feito. Será?
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Zilda Arns Neumann
Brasileira, médica, e com 73 anos, Zilda era uma das mulheres que mais lutou pelas crianças e, recentemente, pelos idosos no Brasil. Dedicava sua vida à causa dos pequeninos, ao trabalho voluntário e assistencialista da Pastoral da Criança, por ela criada e da qual era a representante internacional, e, também, da Pastoral da Pessoa Idosa. Uma outra anjinha que agora brilha lá no céu. Se ela fizer lá de cima 1/3 do que fez por aqui, o mundo ficará, a cada dia, um pouquinho melhor!





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